sexta-feira, 26 de julho de 2019

Meus Avós


MEUS AVÓS

Há vezes, quieto em um canto,
Me perco na lembrança,
Recordo com saudade,
Quando ainda era criança.

Não sabia que era tão feliz,
Ainda guardo na memória,
Tantas vezes na fazenda eu fiz,
No trieiro, a trajetória
Para casa dos meus avós.

Dois amores que eu tinha,
De um amor muito forte,
Justifica a saudade minha,
A existência deles foi minha sorte.

Que saudade, que tempo distante,
Mas que trago na memória,
Tão perto, tão constante,
Parte desta minha história.

José Maurílio Boaventura
Julho de 2008


Nenhum comentário:

Postar um comentário