MEUS AVÓS
Há vezes,
quieto em um canto,
Me perco na
lembrança,
Recordo com
saudade,
Quando ainda era
criança.
Não sabia que
era tão feliz,
Ainda guardo
na memória,
Tantas vezes na
fazenda eu fiz,
No trieiro, a
trajetória
Para casa dos meus
avós.
Dois amores
que eu tinha,
De um amor
muito forte,
Justifica a
saudade minha,
A existência
deles foi minha sorte.
Que saudade,
que tempo distante,
Mas que trago
na memória,
Tão perto, tão
constante,
Parte desta
minha história.
José Maurílio
Boaventura
Julho de 2008
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