TURISMO INERENTE
Hoje
eu quero e preciso,
Seguir
em um turismo inerente,
No seu corpo,
o meu paraíso,
Ser
surpreendido docemente,
Na malícia do
seu sorriso!
No extremo
norte para o sul,
O posto de
observação,
No comando,
focos de cor azul,
Atingem fundo
o meu coração.
Ver os montes
ao norte locados,
Cumes
pontiagudos e bases circulares,
No baixio
destes montes delicados,
A planície de
um colo em vales.
Ao centro o
núcleo da vida,
Onde a
semente germina,
No encontro
de dois gêneros,
Onde se cria
menino ou menina.
Ao sul a
fonte dos desejos,
Na macies
deste trajeto,
Movido a
carinhos e beijos,
E nesta fonte
tornar-me completo,
Saciando na
essência os meus anseios.
José Maurílio
Boaventura
Dezembro de
2019