O GALOPE
O vento bate fresco e forte em meu
rosto,
Meu corpo sacode em um balanço
ritmado,
Invade o meu ser uma sentimento
de liberdade,
Sinto-me forte sem medo algum.
Me acho o primeiro dos humanos,
Enquanto o cavalo joga rápido na
dianteira as patas,
E na sequência as traseiras,
Sobre ele sinto-me livre como um
pássaro nas matas!
Este animal imponente como nenhum
na terra,
Resistente e altaneiro,
Que a importância nele encerra,
Com seu galope elegante e
ligeiro.
Sobre este animal de porte
altivo,
Correndo veloz como um felino,
Cavalo e cavaleiro em harmonia e
confiança...
E no balanço deste galope,
sinto-me outra vez criança.
José Maurílio Boaventura
Janeiro de 2018
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