SILÊNCIO
Silêncio!
Tudo é quieto,
A noite é fria,
Todos dormem.
Silêncio!
Nada se movimenta,
Tudo é calmo,
O sono alenta.
Também me calo,
Estou imóvel,
Apenas penso,
Nos sonhos eu vivo.
Cansado me deito,
E de olhos no teto
O sono chega,
Trazendo os sonhos,
Fazendo feliz este sujeito.
José
Maurílio Boaventura
Setembro
de 1966.
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